A Hepatite D, também conhecida por Delta, é considerada a forma mais grave de Hepatite viral em humanos.

 

Os dados chamam atenção ao evidenciarem que boa parte dos casos se prolifera em uma faixa endêmica localizada na Amazônia Ocidental brasileira (Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima), justamente uma das áreas mais pobres do País. Chamada de “febre negra de Lábrea” pelos amazonenses, a doença tem seus primeiros relatos no final de 1960 neste município. Fora do País é descrita na África Central e sul da Itália. Alguns estudos apontam a doença em comunidades quilombolas do Maranhão, o que pode significar a sua existência em outros quilombos no Brasil. Ainda pouco se sabe sobre a sua distribuição no restante do País e a ausência de estudos sistemáticos e mesmo da disponibilização de testes imunológicos com detecção do anticorpo antidelta IgG no Sistema Único de Saúde (SUS) não tem permitido avaliar a incidência e a prevalência dessa infecção fora da região amazônica.

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