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Alopecia Androgênica é caracterizada pela perda contínua e progressiva de cabelos, sendo a principal causa de calvície em homens e mulheres(1). Apesar de não ser uma condição que traz prejuízos à saúde, a perda de cabelos em mulheres pode afetar seu bem-estar psicológico e relações sociais.

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Alopecia Androgênica resulta da estimulação dos folículos pilosos pelo hormônio dihidrotestosterona (DHT). O DHT atua sobre os folículos pilosos, promovendo sua diminuição a cada ciclo de crescimento dos cabelos. Os hormônios andrógenos, incluindo o DHT, exercem seus efeitos através de receptores localizados nas células, chamados de receptores de andrógeno. As mulheres podem desenvolver a doença em qualquer momento após a puberdade. No entanto existem dois períodos de maior incidência da doença: a faixa entre os 20 e 40 anos e a perimenopausa(2).

O número de repetições CAG no GENE AR está correlacionado com o risco de desenvolvimento de Alopecia Androgênica

O mecanismo genético responsável pela alopecia não foi plenamente elucidado, uma vez que não está claro se a doença resulta de herança poligênica (muitos genes envolvidos na sua etiologia) ou se tem padrão de herança dominante com penetrância incompleta (3,4). Embora ainda haja dúvidas a respeito do mecanismo genético que causa a doença, uma variação encontrada no exon 1 do gene que codifica o receptor de andrógeno (androgen receptor, gene AR) foi identificada como uma importante causa da alopecia (5,6,7,8,9). Essa variação é constituída por repetições CAG (citocina-adenina-guanina) localizadas no primeiro exon do gene AR.

Estudos evidenciaram que as repetições no gene AR estão fortemente associadas ao risco de queda de cabelo em mulheres (Ludwig grau II ou III). Cerca de 97% das mulheres portadores de alelos do gene AR com menos de 15 repetições CAG apresentaram alopecia androgênica, enquanto que apenas 2,3% das mulheres portadoras de alelos do gene AR com 24 ou mais repetições apresentaram este mesmo quadro. Desta forma, conclui-se que quanto menor o número de repetições, maior o risco de desenvolver alopecia.

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Além da predisposição genética, podemos avaliar a eficiência do tratamento com finasterida.

O medicamento finasterida é um inibidor sintético da enzima 5-alfa-redutase tipo II utilizado para o tratamento da alopecia androgênica feminina e masculina.  Estudos recentes indicam que o número de repetições CAG no gene AR é um indicador de seleção para tratamento com finasterida (9,10,11). Mulheres com maior sensibilidade aos andrógenos (portadoras de alelo com <24 repetições CAG) estavam predispostas a apresentar uma melhor resposta ao tratamento com 1 mg/dia de finasterida, quando comparadas às mulheres que receberam placebo e àquelas com sensibilidade normal aos andrógenos (portadores de alelo com ≥24 repetições CAG).

 

Os resultados demonstraram, portanto, que há um melhor efeito terapêutico da finasterida para a alopecia androgênica nos casos em que as repetições de CAG eram curtas (entre 13 a 24 repetições). Portanto, a determinação do número de repetições CAG no gene AR determina a probabilidade dos pacientes responderem ou não ao tratamento com finasterida.

 

O Vivase Capillare

Centro de Genomas® oferece o exame alopecia feminina e resposta à finasterida. Em nosso exame utilizamos técnicas modernas de genética para determinar precisamente o número de cópias das repetições CAG no gene para o receptor de andrógeno gene AR. Ao avaliar o número de repetições CAG no gene AR, nosso teste também permite determinar a probabilidade do paciente responder ao tratamento com finasterida.

 

Apesar da alta eficiência desse medicamento no tratamento da alopecia feminina, muitas vezes são necessários alguns meses de utilização da droga antes que os sinais visíveis de restauração do cabelo sejam observados. Dessa forma nosso exame oferece um método preciso para prever a eficácia da resposta à finasterida e consequentemente, alivia a frustração e ansiedade do resultado do tratamento incerto. Além disso, aqueles pacientes que não são suscetíveis de responder à terapia podem buscar alternativas de tratamento.

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